segunda-feira, 4 de abril de 2011

A CIBERNÉTICA

A CIBERNÉTICA 

INTRODUÇÃO

A Cibernética estuda as máquinas automáticas e os seres vivos no que eles têm de sistemas auto-governados. Assim, tendo determinado as leis de tais sistemas, conseguimos, pouco a pouco, compreender que sua aplicação é muito mais geral do que se poderia pensar, porque a própria natureza é um sistema auto-governado.

Cito o exemplo da "tartaruga artificial" de Grey Walter (autor do livro Living Brain, Nova York, Norton, 1953), vivendo a sua própria vida, alimentando-se de luz, procurando um canto para digerir, usando os seus próprios recursos para esses fins.

 A CIBERNÉTICA

* Roque Theophilo* O termo Cinernética  é bem mais antigo do que se costuma supor e não se relaciona só a máquinas, mas também a certos sistemas do organismo humano.

A Cibernética a princípio parece ser uma novidade em termos científicos, mas é, porém, muito antiga, e suas relações com o ser humano é muito estreita, quer no que concerne ao soma, quer no que concerne à psique. Daí ser um tema bem actual em psicossomática.

Platão, em Gorgias (ou Córgias), escreveu: "A Cibernética salva dos maiores perigos não apenas as almas, mas também os corpos e os bens". Cibernética é um termo hoje já incorporado à linguagem do quotidiano, e se define como a ciência de todos os automatismos, tanto das máquinas quanto dos seres vivos. Devemos, entretanto, considerar que não é um capítulo do conhecimento humano moderno.


Linguagem hermética

A Cibernética é, sem dúvida, uma "ciência da perplexidade", porque muito se fala e se escreve dela, na maioria das vezes dentro de uma linguagem hermética e direccionada a especialistas.

Para sermos claros, é necessário conhecer os meandros das ciências, que têm uma relação íntima com a Cibernética, que no caso é a homeostasia.

O psiquiatra inglês Walter Ross Ashby, director do Laboratório de Investigações de Barnwood House, Gloucester foi o primeiro a lançar-se na aventura de conquistar, pelo génio humano, um novo grau de automatismo, criou o homeostato, que é um aparelho que procura, por seu próprio comportamento, responder às excitações que lhe tenham sido fornecidas por intermédio de uma célula fotoeléctrica, de um termómetro ou de um microfone. O homeostato compreende certo número de elementos, todos idênticos à maneia dos neurónios de uma zona cerebral.

Cabe aqui tecermos considerações sobre o termo homeostasia que, em fisiologia médica significa a tendência à estabilidade do meio interno do organismo, enquanto que para a Cibernética a homeostasia estuda as comunicações e o sistema de controle não só nos organismos vivos, mas também com as máquinas.

A homeostasia é a propriedade auto-reguladora de um sistema, ou organismo, que permite manter o estado de equilíbrio de suas variáveis essenciais ou de seu meio ambiente.

A denominação homeostasia foi criada por Walter B. Cannon, em 1929, para a actividade coordenada do organismo, mediante adaptações autómatos, frente às condições ambientais mutáveis.


Regulador do metabolismo

Na realidade, o mecanismo de homeostasia funciona, fisiologicamente, como o sistema simpático. Em 1934, Popoff seccionou as ligações parassimpáticas, e após alguns dias, passada a fase de choque, o controle de temperatura, da circulação e do metabolismo se normalizava. Essa recuperação não ocorre quando a secção é do sistema simpático (Cannon).

A palavra homeostasia era quase desconhecida na França. No entanto, constitui o título de uma conferência pronunciada na Sorbonne, em 1930, e publicada, em seguida, no Cours des Facultes pelo grande fisiólogo norte-americano Walter B. Cannon, que foi a Paris como "professor de intercâmbio" da Universidade de Harvard.

Nada melhor que a definição de homeostasia dada pelo seu próprio autor: "Homeostasia é a faculdade que um organismo vivo tem de manter relativamente constante um certo estado de equilíbrio". Em suma, homeostasia normalmente eficaz pode interromper, em certos estados anormais, as emoções negativas, a ansiedade ou angústia que são os principais descompensa dores do sistema simpático.

Agora podemos compreender, ainda melhor, os mecanismos das doenças psicossomáticas e as suas relações com a Cibernética.

A História da Cibernética 

* Roque Theophilo* A Cibernética é uma palavra de origem remota que explica o estudo das funções humanas de controle e dos sistemas mecânicos e electrónicos que se destinam a substituí-los. Cibernética é uma palavra que se origina do grego kibernetiké (timoneiro; o que governa o timão da embarcação; o homem do leme, em sentido figurado, ou aquele que dirige ou regula qualquer coisa; guia, chefe). A palavra também é designativa de piloto. No grupo de Norbert Siener, considerado o introdutor da cibernética nos moldes que vem sendo empregada actualmente, fisiologistas e matemáticos estavam sentindo a falta de um vocábulo que lhes permitisse entenderem-se, pela falta de um termo capaz de exprimir a unidade essencial dos problemas de comunicação e controle na máquina e nos seres vivos, já que todas as palavras até então propostas, ou se extremavam muito nas máquinas ou, em caso contrário, na vida.

Procuravam, de fato, exprimir a qualidade de nova ciência. Daí apelou-se, segundo Norbert Wiener (1894 – 1963), norte-americano considerado o pai desta disciplina, por se criar uma palavra artificial, neo-grega: Cyberbética de kubernétes (piloto de navio e, por extensão, governador de um país, que exprime bem a ideia de comando, de condução). Platão, na sua obra Diálogos, utiliza o termo para denominar a arte de navegar e de administrar províncias. No livro Górgias, diz: "A cibernética salva dos maiores perigos não apenas as almas, mas também os corpos e os bens". Pôs a palavra na boca de Sócrates, também como substantivo, com o sentido de "ciência da pilotagem".

Andrés Maria Ampère, no vasto Ensaio sobre a Filosofia das Ciências, obra inacabada que ele dizia ser "uma exposição natural dos conhecimentos humanos", colocou a cibernética no capítulo da política, definindo-a como a parte da política que trata dos meios de governar, criando a palavra kybernesis.

Psicocibernética

Maxwell Maltz, famoso cirurgião plástico e psicólogo, criou o termo psicocibernética em seu livro Psycho Cybernetics, para indicar o controle da psique humana para uma finalidade produtiva e útil. Para ele, os sentimentos negativos podem desviar uma pessoa de uma finalidade positiva e pela psicocibernética a pessoa pode ser encaminhada para realizações satisfatórias.

Antigamente, acreditava-se que o cérebro humano era constituído de 12 a 14 milhões de neurónios, dispostos de forma caprichosa e associados por filamentos nervosos com os órgãos e os tecidos do corpo.

Dados mais recentes indicam que não se conhece ainda o número exacto de neurónios. O cerebelo, "oficina que manobra" o sistema nervoso central, contém em torno de 100 milhões de células. A organização morfofuncional dos neurónios representa a unidade universal do sistema nervoso.

Santiago Ramon y Cajal (1852-1934), Prêmio Nobel (1906), foi o primeiro e grande entusiasta a desenvolver estudos sobre os neurónios, enriquecendo o conhecimento do tema com as suas investigações.

O cérebro tem na vida animal implicações constantes com situações cibernéticas para sobrevivência e procriação da espécie. Exemplo: os vôos dos pássaros seguem princípios cibernéticos quando se deslocam milhares de quilómetros, de uma região para a outra, conforme a estação do ano mais adequada para a sua sobrevivência, sem estarem ligados aos noticiários dos boletins meteorológicos fornecidos pelos mais avançados laboratórios aeroespaciais, orientados por satélites. Os esquilos, que nascem na primavera, sem nunca terem vivido um inverno, colhem castanhas no outono para poderem sobreviver durante a estação mais fria.

Em espectáculos circenses, quando os apresentadores "somam" números simples, o cachorro late o resultado da operação, embora obedecendo sinais imperceptíveis para a plateia. Quando se lhe mostra a tabuleta com o número três, late três vezes; quando é o número cinco, cinco vezes e assim sucessivamente. Tal comportamento, aprendido pelo cachorro, segue mecanismos cibernéticos.

No interior do cérebro humano encontra-se um minúsculo "computador electrónico", um "gravador", isto é, um "servomecanismo automático", que é um complexo mecanismo que poderá conduzi-lo a estabelecer os seus próprios objectivos cibernéticos.
O homem pilota a sua relação arbitral, isto é, a sua vontade, ciberneticamente a um determinado objectivo; portanto, não se pode dizer que o homem seja uma máquina, mas sim que pilota e controla as suas acções. Por exemplo: estão arquivadas na memória mecanismos de sucessos e de fracassos em nosso "computador electrónico". Quando desadequávamos vivências passadas bem sucedidas, certamente se reavivarão sentimentos de confiança que acompanharam tais experiências bem sucedidas, o que se dará no caso inverso quando são evocados os fracassos.

Pai da cibernética

Surge da fisiologia a certidão de nascimento da cibernética de Wiener. Ele apresentou ao filósofo Rosenblaut a seguinte pergunta: "Existirão desarranjos nos feedbacks do sistema nervoso? E quais serão as suas causas?". Foi a partir daí que a cibernética nasceu, pela interfecundação da mecânica e da fisiologia.

Existem, entretanto, controvérsias quanto ao pioneirismo da criação do termo. O próprio Norbert Wiener considera que Gottifried Wilheim Leibiniz (filósofo, matemático, teólogo, jurista, historiador e lingüista alemão), pelos conhecimentos que tinha de linguística e pelas ideias de comunicação, foi o antecessor intelectual das ideias que expôs no The Human Use of Human Beings, publicado nos Estados Unidos em 1950. Por outro lado, declara que as suas concepções estão muito longe de serem iguais a Leibiniz.

As máquinas computadoras de Leibiniz eram apenas uma derivação de seu interesse por uma linguagem de computação, um cálculo raciocinante que, por sua vez, era em seu espírito, apenas uma extensão da ideia de uma completa linguagem artificial.
Wiener, em 1960, visitando os laboratórios do famoso fisiologista russo P. K. Anokin, em Moscou, reconheceu publicamente a prioridade de Anokin na aferição do retorno que consiste nas excitações, colhidas pelos correspondentes receptores, que levam ao surgimento de uma especial sinalização nervosa, que se dirige até o sistema nervoso central.

Este conceito cibernético, pela primeira vez formulado na história da ciência, foi enunciado pelo filósofo russo, em 1935, na sua célebre obra Problemas do Centro e da Periferia a Fisiologia do Sistema Nervoso. Foram 13 anos antes de Norbert Wiener haver formulado pensamentos análogos sobre a cibernética.

Pouco antes de morrer, em 1962, perguntado sobre qual seria a posição da ciência na década de 80, retrucou: "Os problemas fundamentais da biologia vão estar de tal maneira ligados ao sistema e sua organização, quanto ao tempo e ao espaço, e aqui a auto organização terá que jogar com o seu papel fundamental. Por isso, minha opinião sobre a ciência da vida é de que não apenas se dará a assimilação da física pela biologia, porém, o processo contrário, ou seja, a assimilação da biologia pela física."

Em A Cibernética do Sistema Nervoso, que enfoca o problema da cibernética relacionada com a religião ele, parodiando a Bíblia, afirma: "Seja dado ao homem o que é do homem e ao computador o que é do computador."

Fábio wagner Conclui que a Cibernética é um grande portal, porque ela abre um domínio onde as ciências exactas se unem à filosofia, onde a metafísica se une à lógica, de onde se abrem estradas virgens para velhos lugares. Portanto, a própria metafísica se torna lógica. Mas Cibernética é uma palavra que entrou bruscamente na moda, e há bom tempo deixou para segundo plano o vocábulo átomo. É modismo dos laboratórios de hoje o desejo de suplantar, pela automação, a própria obra de Deus que é o homem, elaborando, de forma artificial, a génese humana com máquinas que acreditam que pensem; daí, urge que se estabeleçam códigos bioéticos, pois que da forma que estamos caminhando, um belo dia, como o aprendiz de feiticeiro, criar-se-á um monstro que não poderá ser controlado, suplantando a vontade do homem que o criou.



BIBLIOGRAFIA

  • www.psicologia.org.br/internacional/ap9.htm
  • www.psicologia.org.br/internacional/ap10.htm
  • www.paralerepensar.com.br/ivoneboechat_aciberneticasocial.htm
  • www.artigos.etc.br/a-cibernetica-e-a-contemporaneidade.html

A CIBERNÉTICA

A CIBERNÉTICA 

INTRODUÇÃO

A Cibernética estuda as máquinas automáticas e os seres vivos no que eles têm de sistemas auto-governados. Assim, tendo determinado as leis de tais sistemas, conseguimos, pouco a pouco, compreender que sua aplicação é muito mais geral do que se poderia pensar, porque a própria natureza é um sistema auto-governado.

Cito o exemplo da "tartaruga artificial" de Grey Walter (autor do livro Living Brain, Nova York, Norton, 1953), vivendo a sua própria vida, alimentando-se de luz, procurando um canto para digerir, usando os seus próprios recursos para esses fins.

 A CIBERNÉTICA

* Roque Theophilo* O termo Cinernética  é bem mais antigo do que se costuma supor e não se relaciona só a máquinas, mas também a certos sistemas do organismo humano.

A Cibernética a princípio parece ser uma novidade em termos científicos, mas é, porém, muito antiga, e suas relações com o ser humano é muito estreita, quer no que concerne ao soma, quer no que concerne à psique. Daí ser um tema bem actual em psicossomática.

Platão, em Gorgias (ou Córgias), escreveu: "A Cibernética salva dos maiores perigos não apenas as almas, mas também os corpos e os bens". Cibernética é um termo hoje já incorporado à linguagem do quotidiano, e se define como a ciência de todos os automatismos, tanto das máquinas quanto dos seres vivos. Devemos, entretanto, considerar que não é um capítulo do conhecimento humano moderno.


Linguagem hermética

A Cibernética é, sem dúvida, uma "ciência da perplexidade", porque muito se fala e se escreve dela, na maioria das vezes dentro de uma linguagem hermética e direccionada a especialistas.

Para sermos claros, é necessário conhecer os meandros das ciências, que têm uma relação íntima com a Cibernética, que no caso é a homeostasia.

O psiquiatra inglês Walter Ross Ashby, director do Laboratório de Investigações de Barnwood House, Gloucester foi o primeiro a lançar-se na aventura de conquistar, pelo génio humano, um novo grau de automatismo, criou o homeostato, que é um aparelho que procura, por seu próprio comportamento, responder às excitações que lhe tenham sido fornecidas por intermédio de uma célula fotoeléctrica, de um termómetro ou de um microfone. O homeostato compreende certo número de elementos, todos idênticos à maneia dos neurónios de uma zona cerebral.

Cabe aqui tecermos considerações sobre o termo homeostasia que, em fisiologia médica significa a tendência à estabilidade do meio interno do organismo, enquanto que para a Cibernética a homeostasia estuda as comunicações e o sistema de controle não só nos organismos vivos, mas também com as máquinas.

A homeostasia é a propriedade auto-reguladora de um sistema, ou organismo, que permite manter o estado de equilíbrio de suas variáveis essenciais ou de seu meio ambiente.

A denominação homeostasia foi criada por Walter B. Cannon, em 1929, para a actividade coordenada do organismo, mediante adaptações autómatos, frente às condições ambientais mutáveis.


Regulador do metabolismo

Na realidade, o mecanismo de homeostasia funciona, fisiologicamente, como o sistema simpático. Em 1934, Popoff seccionou as ligações parassimpáticas, e após alguns dias, passada a fase de choque, o controle de temperatura, da circulação e do metabolismo se normalizava. Essa recuperação não ocorre quando a secção é do sistema simpático (Cannon).

A palavra homeostasia era quase desconhecida na França. No entanto, constitui o título de uma conferência pronunciada na Sorbonne, em 1930, e publicada, em seguida, no Cours des Facultes pelo grande fisiólogo norte-americano Walter B. Cannon, que foi a Paris como "professor de intercâmbio" da Universidade de Harvard.

Nada melhor que a definição de homeostasia dada pelo seu próprio autor: "Homeostasia é a faculdade que um organismo vivo tem de manter relativamente constante um certo estado de equilíbrio". Em suma, homeostasia normalmente eficaz pode interromper, em certos estados anormais, as emoções negativas, a ansiedade ou angústia que são os principais descompensa dores do sistema simpático.

Agora podemos compreender, ainda melhor, os mecanismos das doenças psicossomáticas e as suas relações com a Cibernética.

A História da Cibernética 

* Roque Theophilo* A Cibernética é uma palavra de origem remota que explica o estudo das funções humanas de controle e dos sistemas mecânicos e electrónicos que se destinam a substituí-los. Cibernética é uma palavra que se origina do grego kibernetiké (timoneiro; o que governa o timão da embarcação; o homem do leme, em sentido figurado, ou aquele que dirige ou regula qualquer coisa; guia, chefe). A palavra também é designativa de piloto. No grupo de Norbert Siener, considerado o introdutor da cibernética nos moldes que vem sendo empregada actualmente, fisiologistas e matemáticos estavam sentindo a falta de um vocábulo que lhes permitisse entenderem-se, pela falta de um termo capaz de exprimir a unidade essencial dos problemas de comunicação e controle na máquina e nos seres vivos, já que todas as palavras até então propostas, ou se extremavam muito nas máquinas ou, em caso contrário, na vida.

Procuravam, de fato, exprimir a qualidade de nova ciência. Daí apelou-se, segundo Norbert Wiener (1894 – 1963), norte-americano considerado o pai desta disciplina, por se criar uma palavra artificial, neo-grega: Cyberbética de kubernétes (piloto de navio e, por extensão, governador de um país, que exprime bem a ideia de comando, de condução). Platão, na sua obra Diálogos, utiliza o termo para denominar a arte de navegar e de administrar províncias. No livro Górgias, diz: "A cibernética salva dos maiores perigos não apenas as almas, mas também os corpos e os bens". Pôs a palavra na boca de Sócrates, também como substantivo, com o sentido de "ciência da pilotagem".

Andrés Maria Ampère, no vasto Ensaio sobre a Filosofia das Ciências, obra inacabada que ele dizia ser "uma exposição natural dos conhecimentos humanos", colocou a cibernética no capítulo da política, definindo-a como a parte da política que trata dos meios de governar, criando a palavra kybernesis.

Psicocibernética

Maxwell Maltz, famoso cirurgião plástico e psicólogo, criou o termo psicocibernética em seu livro Psycho Cybernetics, para indicar o controle da psique humana para uma finalidade produtiva e útil. Para ele, os sentimentos negativos podem desviar uma pessoa de uma finalidade positiva e pela psicocibernética a pessoa pode ser encaminhada para realizações satisfatórias.

Antigamente, acreditava-se que o cérebro humano era constituído de 12 a 14 milhões de neurónios, dispostos de forma caprichosa e associados por filamentos nervosos com os órgãos e os tecidos do corpo.

Dados mais recentes indicam que não se conhece ainda o número exacto de neurónios. O cerebelo, "oficina que manobra" o sistema nervoso central, contém em torno de 100 milhões de células. A organização morfofuncional dos neurónios representa a unidade universal do sistema nervoso.

Santiago Ramon y Cajal (1852-1934), Prêmio Nobel (1906), foi o primeiro e grande entusiasta a desenvolver estudos sobre os neurónios, enriquecendo o conhecimento do tema com as suas investigações.

O cérebro tem na vida animal implicações constantes com situações cibernéticas para sobrevivência e procriação da espécie. Exemplo: os vôos dos pássaros seguem princípios cibernéticos quando se deslocam milhares de quilómetros, de uma região para a outra, conforme a estação do ano mais adequada para a sua sobrevivência, sem estarem ligados aos noticiários dos boletins meteorológicos fornecidos pelos mais avançados laboratórios aeroespaciais, orientados por satélites. Os esquilos, que nascem na primavera, sem nunca terem vivido um inverno, colhem castanhas no outono para poderem sobreviver durante a estação mais fria.

Em espectáculos circenses, quando os apresentadores "somam" números simples, o cachorro late o resultado da operação, embora obedecendo sinais imperceptíveis para a plateia. Quando se lhe mostra a tabuleta com o número três, late três vezes; quando é o número cinco, cinco vezes e assim sucessivamente. Tal comportamento, aprendido pelo cachorro, segue mecanismos cibernéticos.

No interior do cérebro humano encontra-se um minúsculo "computador electrónico", um "gravador", isto é, um "servomecanismo automático", que é um complexo mecanismo que poderá conduzi-lo a estabelecer os seus próprios objectivos cibernéticos.
O homem pilota a sua relação arbitral, isto é, a sua vontade, ciberneticamente a um determinado objectivo; portanto, não se pode dizer que o homem seja uma máquina, mas sim que pilota e controla as suas acções. Por exemplo: estão arquivadas na memória mecanismos de sucessos e de fracassos em nosso "computador electrónico". Quando desadequávamos vivências passadas bem sucedidas, certamente se reavivarão sentimentos de confiança que acompanharam tais experiências bem sucedidas, o que se dará no caso inverso quando são evocados os fracassos.

Pai da cibernética

Surge da fisiologia a certidão de nascimento da cibernética de Wiener. Ele apresentou ao filósofo Rosenblaut a seguinte pergunta: "Existirão desarranjos nos feedbacks do sistema nervoso? E quais serão as suas causas?". Foi a partir daí que a cibernética nasceu, pela interfecundação da mecânica e da fisiologia.

Existem, entretanto, controvérsias quanto ao pioneirismo da criação do termo. O próprio Norbert Wiener considera que Gottifried Wilheim Leibiniz (filósofo, matemático, teólogo, jurista, historiador e lingüista alemão), pelos conhecimentos que tinha de linguística e pelas ideias de comunicação, foi o antecessor intelectual das ideias que expôs no The Human Use of Human Beings, publicado nos Estados Unidos em 1950. Por outro lado, declara que as suas concepções estão muito longe de serem iguais a Leibiniz.

As máquinas computadoras de Leibiniz eram apenas uma derivação de seu interesse por uma linguagem de computação, um cálculo raciocinante que, por sua vez, era em seu espírito, apenas uma extensão da ideia de uma completa linguagem artificial.
Wiener, em 1960, visitando os laboratórios do famoso fisiologista russo P. K. Anokin, em Moscou, reconheceu publicamente a prioridade de Anokin na aferição do retorno que consiste nas excitações, colhidas pelos correspondentes receptores, que levam ao surgimento de uma especial sinalização nervosa, que se dirige até o sistema nervoso central.

Este conceito cibernético, pela primeira vez formulado na história da ciência, foi enunciado pelo filósofo russo, em 1935, na sua célebre obra Problemas do Centro e da Periferia a Fisiologia do Sistema Nervoso. Foram 13 anos antes de Norbert Wiener haver formulado pensamentos análogos sobre a cibernética.

Pouco antes de morrer, em 1962, perguntado sobre qual seria a posição da ciência na década de 80, retrucou: "Os problemas fundamentais da biologia vão estar de tal maneira ligados ao sistema e sua organização, quanto ao tempo e ao espaço, e aqui a auto organização terá que jogar com o seu papel fundamental. Por isso, minha opinião sobre a ciência da vida é de que não apenas se dará a assimilação da física pela biologia, porém, o processo contrário, ou seja, a assimilação da biologia pela física."

Em A Cibernética do Sistema Nervoso, que enfoca o problema da cibernética relacionada com a religião ele, parodiando a Bíblia, afirma: "Seja dado ao homem o que é do homem e ao computador o que é do computador."

Fábio wagner Conclui que a Cibernética é um grande portal, porque ela abre um domínio onde as ciências exactas se unem à filosofia, onde a metafísica se une à lógica, de onde se abrem estradas virgens para velhos lugares. Portanto, a própria metafísica se torna lógica. Mas Cibernética é uma palavra que entrou bruscamente na moda, e há bom tempo deixou para segundo plano o vocábulo átomo. É modismo dos laboratórios de hoje o desejo de suplantar, pela automação, a própria obra de Deus que é o homem, elaborando, de forma artificial, a génese humana com máquinas que acreditam que pensem; daí, urge que se estabeleçam códigos bioéticos, pois que da forma que estamos caminhando, um belo dia, como o aprendiz de feiticeiro, criar-se-á um monstro que não poderá ser controlado, suplantando a vontade do homem que o criou.



BIBLIOGRAFIA

  • www.psicologia.org.br/internacional/ap9.htm
  • www.psicologia.org.br/internacional/ap10.htm
  • www.paralerepensar.com.br/ivoneboechat_aciberneticasocial.htm
  • www.artigos.etc.br/a-cibernetica-e-a-contemporaneidade.html

quinta-feira, 31 de março de 2011

DIA 4 DE ABRIL


DIA 4 DE ABRIL - PARA OS ANGOLANOS 

Dia 4 de Abril, É uma data muito importante para os angolanos, porque a paz foi alcanças nesta data.

Num ano em que os angolanos se preparam para escolher os seus representantes no Parlamento, nas eleições legislativas de Setembro próximo, a nação angolana comemora hoje, sexta-feira, seis anos desde que o seu povo venceu a guerra e conquistou a paz definitiva para o país.

Aos 04 de Abril de 2002 as Forças Armadas Angolanas "FAA" e as forças militares da Unita rubricaram o acordo de paz que veio pôr fim ao conflito armado reinante no país há mais de duas décadas.

Alcançada a paz aos 4 de Abril de 2002, a Assembleia Nacional decidiu, com a aprovação da Lei n.º 7/03, de 21 de Março, conferir a mais elevada dignidade e cobertura legal à comemoração do dia em que os angolanos proclamaram oficialmente a conquista da paz e o início de um processo irreversível de reconciliação nacional.
O Povo Angolano assinala, no dia 4 de Abril de 2007, o 5.º aniversário do «Dia da Paz e da Reconciliação Nacional», data em que se pôs termo ao conflito armado existente havia longos anos e se deu início ao processo de reconciliação de todos os Angolanos.

Ciente de que só a Paz é capaz de permitir a melhoria das condições de vida de cada um e de todos, o nosso Povo tudo tem feito para que ela seja consolidada no dia a dia, contribuindo para que o processo seja irreversível, removendo todos os factores negativos do passado, para construção de uma pátria unida nos valores da unidade nacional, da democracia, da justiça social e do pleno respeito pelos direitos humanos.

O acto de assinatura do memorando de entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, a 4 de Abril de 2002, constitui um marco de referência inquestionável e de extraordinária importância na longa luta do povo angolano para a sua felicidade.

O advento da Paz definitiva no nosso País, confirmado a 4 de Abril de 2002, deve ser encarado como o início de uma nova era, a era da reconstrução nacional, a ser realizada por todos os angolanos de mãos dadas, pondo de lado todo o tipo de diferenças.

Foi a 4 de Abril de 2002, que oficiais generais das Forças Armadas Angolanas e das extintas Forças Armadas de Libertação de Angola pertencentes a UNITA, assinaram o Memorando de entendimento de Luena que pós fim a um longo conflito interno armado.


Que dia 4 de Abril é o dia que os angolanos comemoram, O dia da Paz, data que marca a assinatura do Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, entre o Governo e a UNITA, a 4 de Abril de 2002, marcando o fim de um longo período de guerra. O acto central da efeméride terá lugar no município do Bocoio, na província de Benguela.

Além de dois imponentes pilares, pintados de branco, a entrada na sede municipal do Bocoio é marcada por um número considerável de bandeiras. O vermelho, preto e amarelo são, obviamente, as cores que mais dão nas vistas, por reunirem juntas o simbolismo da bandeira do país. É reconhecidamente um arranjo perfeito, que ressalta bem a importância da festa, que terá o seu ponto mais alto hoje, com a presença do ministro da Defesa, Kundy Paihama, a quem cobe a honra de presidir ao acto central do dia da paz.

 BIBLIOGRAFIA


sexta-feira, 11 de março de 2011

O mas Bonito de Angola

O mas Bonito de Angola é meu Primo....














FORÇA PRIMO! :D

AS CLASSES SÓCIAS E ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL

AS CLASSES SÓCIAS E ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL

AS CLASSES SÓCIAS
Segundo a óptica marxista, em praticamente toda sociedade, seja ela pré-capitalista ou caracterizada por um capitalismo desenvolvido, existe a classe dominante, que controla directa ou indirectamente o Estado, e as classes dominadas por aquela, reproduzida inexoravelmente por uma estrutura social implantada pela classe dominante. Segundo a mesma visão de mundo, a história da humanidade é a sucessão das lutas de classes, de forma que sempre que uma classe dominada passa a assumir o papel de classe dominante, surge em seu lugar uma nova classe dominada, e aquela impõe a sua estrutura social mais adequada para a perpetuação da exploração.

ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL

Conceito de Estratificação Social
A estratificação social consiste na separação da sociedade em grupos de indivíduos (estratos sociais) que apresentam características parecidas, como por exemplo: negros, brancos, católicos, protestantes, homem, mulher, pobres, ricos, etc. A estratificação expressa desigualdades.
A estratificação social esteve presente desde os primórdios da civilização mas mudou de forma. O advento do capitalismo e sobretudo a revolução industrial transformou os sistemas económicos e a sociedade, com o surgimento da sociedade de classes e da desigualdade entre classes.

Perspectiva Teórica da Estratificação Social

É o agrupamento dos membros de uma sociedade em camadas ou estratos super postos e hierarquizados segundo algum critério de importância sociológica.

Praticamente todas as sociedades desenvolvem sistemas de relações hierárquicas ou estratificação social. Se não existisse estratificação em uma sociedade, esta, necessariamente, possuiria uma população pequena e homogénea. Suas ocupações seriam de tal natureza, que não existiria qualquer divisão de trabalho, nem haveria competição, nem conflito. É difícil imaginar uma sociedade que atenda a estas condições, a não ser em circunstâncias muito incomuns ou realmente primitivas. Uma sociedade mal consegue durar sem uma divisão de suas funções sociais. (...)


ass: Fábio wagner

para mais conteudo contacta-me 926-45-71-50 

quinta-feira, 10 de março de 2011

Mapa Angolano

Contabilidade Financeira I

contabilidade financeira i


Código: 5513 
Carga Horária: TP(64H) 
Área Científica: Contabilidade 
Curso: Gestão (28)
Regente: francisco josé peixeiro antunes
Horário de atendimento: Francisco Antunes (TP1) O horário usual de atendimento será às Terças-Feiras das 10:00 às 11:00 e às Quartas-Feiras das 10:00 às 11:00, no gabinete do docente. No entanto, é sempre possível a marcação de outro horário para atendimento, desde que previamente acordado com o docente. Ana Paula Matias (TP2) O horário usual de atendimento será às Sextas-Feiras das 16:00 às 18:00, no gabinete da docente. No entanto, é sempre possível a marcação de outro horário para atendimento, desde que previamente acordado com o docente. Cristina Estêvão (TP3) O horário usual de atendimento será às Terças-Feiras das 10:00 às 11:00 e às Sextas-Feiras das 16:00 às 17:00, no gabinete da docente. No entanto, é sempre possível a marcação de outro horário para atendimento, desde que previamente acordado com o docente. 

Objectivos

Esta unidade curricular tem como objectivo dar a compreender a contabilidade financeira como fonte de informação para a gestão das empresas e para os agentes económicos com os quais se relacionam na sua actividade. Pretende-se também efectuar a análise e contabilização das operações relacionadas com o ciclo de exploração das empresas.

Programa

1 - Introdução
2 - Meios financeiros líquidos
3 - Inventários
4 - Vendas, prestação de serviços e dívidas a receber
5 - Imposto sobre o valor acrescentado
6 - Custos e operações com pessoal

Bibliografia

A - N.A. (2009) "Sistema de Normalização Contabilística", Porto Editora, Porto, ISBN 978-972-0-32646-1

A - RODRIGUES, João (2009) Sistema de Normalização Contabilística Explicado", Porto Editora, Porto, ISBN 978-972-0-32643-0

A- ALVES, Gabriel Correia, COSTA, Carlos Batista da (2008) "Contabilidade Financeira", 7.ª Edição, Editora Rei dos Livros, Porto, ISBN 9789725111505
Biblioteca CSH: EG-2.1/000205 (Edição de 2001)

A- BORGES, António, RODRIGUES, Azevedo, RODRIGUES, Rogério (2007) "Elementos de Contabilidade Geral", Áreas Editora, 24.ª Edição, ISBN 9789898058157
Biblioteca CSH: EG-2.1/000203 (Edição de 2002)

B- SNC (Sistema de Normalização Contabilística) - Elementos constantes no site da CNC (Comissão de Normalização Contabilística)
Site : http://www.cnc.min-financas.pt/

terça-feira, 8 de março de 2011

DIA NACIONAL E INTERNACIONAL DAS MULHERES

DIA NACIONAL E INTERNACIONAL DAS MULHERES 


MULHER
Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis
Que divide sua alma em duas
Para carregar tamanha sensibilidade e força
Que ganha o mundo com sua coragem
Que traz paixão no olhar
Mulher,
Que luta pelos seus ideais,
Que dá a vida pela sua família
Mulher
Que ama incondicionalmente
Que se arruma, se perfuma
Que vence o cansaço
Mulher,
Que chora e que ri
Mulher que sonha...

Tantas Mulheres, belezas únicas, vivas,
Cheias de mistérios e encanto!
Mulheres que deveriam ser lembradas,
amadas, admiradas todos os dias...

Para você, Mulher tão especial...

Feliz Dia Nacional e Internacional da Mulher!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Dia Nacional do Educador

Dia do Educador comemora-se hoje



 

Luanda - A classe docente comemora hoje, sábado, mais um aniversario do Dia Nacional do Educador, celebrado numa altura em que o sector da educação angolano procura ultrapassar alguns problemas relativos a conjuntura socioeconómica que actualmente vive o país.

Esta data pode constituir uma importante ocasião para as autoridades afins, os educadores e os discentes, reflectirem sobre os principais problemas do sector, visando  encontrar fórmulas ou modelos eficazes e eficientes para a sua superação.

Reconhecendo o papel do professor com elemento preponderante na comunidade e agente activo do desenvolvimento social, a melhoria das suas condições impõem-se como uma obrigação de toda a sociedade, em geral, e das instituições governamentais em particular.

É necessário valorizar a profissão do docente para que o professor não seja conotado como sinónimo de faminto e de corrupto.

O país precisa de professores competentes que aspirem cada vez mais a elevação do nível profissional com honestidade e responsabilidade, única forma de grangearem o respeito, carinho e sobretudo consideração por parte de toda a sociedade.

Para tal requer-se esforços e empenho de todos, sobretudo das instituições vocacionadas, mormente do governo, na solução dos seus problemas, para que a classe possa manter a dignidade e reconquistar o respeito que bem merece da sociedade.

Em relação à reforma educativa, para uns pode ser uma expressão vazia e utópica mas para outros representa um projecto sério, ambicioso, oportuno e eficaz para preparar a vida de muitas gerações que terão um papel decisivo nos processos de reconstrução  e da reconciliação nacional.

Entretanto, alguns entendem a matéria sob outro ângulo, encarando pois o processo da reforma educativa não como uma mera retórica ou um silogismo, mas sim um projecto de responsabilidade levado a cabo pelo Ministério da Educação, no sentido de melhorar a qualidade do ensino, preparando com mestria e eficácia os quadros que no futuro servirão o país.

A 22 de Novembro de 1976 o primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, declarou aberta a campanha de alfabetização em Luanda e ficou na história do país como data consagrada aos mestres do ensino e a partir de 1978 foi institucionalizado como Dia do Educador nacional.

Formação contínua
Um docente, que apesar da sua licenciatura ou doutoramento não adere à formação contínua, não é o docente que o sistema de educação em Angola requer.
Segundo o Estatuto Orgânico da Carreira Docente, a formação contínua transforma-se num dever, que muitos docentes, por se considerarem profissionais formados no tempo colonial ou hoje licenciados ou mesmo doutorados por grandes universidades, chegam a questioná-la.
Para o director provincial da Educação, muitos desses docentes deixam-se ultrapassar pelo tempo e um dia serão ultrapassados pelo sistema, pois “se não tivermos professores que aprendem a aprender e aprendem a ensinar, não teremos professores, do mesmo modo que, se não tivermos directores exigentes para com o professor, relativamente à sua formação e a planificação da sua actividade, para exigir cada vez maior e melhor desempenho, nunca teremos uma boa qualidade de ensino em Angola, uma vez que tudo isso exige que haja professores de qualidade e directores com responsabilidade”.
 O director provincial da Educação, que reconhece haver professores cuja permanência no sistema de ensino requer uma reciclagem, adverte ser necessário pensar no professor que temos e no que necessitamos.
 E como passou a ser hábito reflectir sobre a educação apenas de 5 de Outubro a 22 de Novembro, Joaquim Pinheiro recorreu ao estadista norte-americano, John Kennedy, para dizer que “não perguntemos ao país sobre o que ele deve fazer por nós, mas perguntemos a nós próprios sobre o que devemos fazer pelo país”.
O director provincial da Educação recorreu igualmente a Agostinho Neto, que celebremente citou um dia que “coloquei pedras nos alicerces do mundo, mereço o meu pedaço de pão”, em síntese, o responsável diria que “não peçamos pão antes do trabalho, porque dinheiro aparece apenas antes do trabalho no dicionário”



bibliografia :

www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/not...
jornaldeangola.sapo.ao/14/8/professor...
imagens de Angola

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Independência Em Angola

Meu Pais Independente


Todos nós sabemos que a Independência é a desassociação de um ser em relação a outro, do qual dependia ou era por ele dominado. É o estado de quem ou do que tem liberdade ou autonomia. sabemos também que A  República de Angola Tornou-se Independente dia 11 de Novembro de 1975

No dia 10 de Novembro de 1975, o Alto Comissário e Governador-Geral de Angola, almirante Leonel Cardoso, em nome do Governo Português, proclamou a independência de Angola, transferindo a soberania de Portugal, não para um determinado movimento político mas sim para o “Povo Angolano”, de forma efectiva a partir de 11 de Novembro de 1975:

"E assim Portugal entrega Angola aos angolanos, depois de quase 500 anos de presença, durante os quais se foram cimentando amizades e caldeando culturas, com ingredientes que nada poderá destruir. Os homens desaparecem, mas a obra fica. Portugal parte sem sentimentos de culpa e sem ter de que se envergonhar. Deixa um país que está na vanguarda dos estados africanos, deixa um país de que se orgulha e de que todos os angolanos podem orgulhar-se".

 

 
Então o nosso pais completa + 1 ano de Independência

Hoje dia 11 de Novembro de 2010....




Link da Bibliografia: http://www.google.com.br/search?hl=pt-PT&rlz=1R2ADRA_pt-PTAO385&q=Independencia+em+%C3%82ngoal&btnG=Pesquisar&aq=f&aqi=&aql=&oq=&gs_rfai=

Brigado por todo!!

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quarta-feira, 10 de novembro de 2010